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Atualizado em 2026-07-29. Números e descrições seguem a literatura publicada, não o material promocional.
A Macedônia do Norte é uma democracia organizada sob a forma de uma república parlamentar com um governo executivo composto de uma coalizão de partidos do parlamento unicameral (Собрание, Sobranie) e um judiciário independente com um tribunal constitucional. O papel do Presidente é principalmente cerimonial, com a maior parte das funções nas mãos do Primeiro-Ministro. O presidente é também o comandante-em-chefe das forças armadas do estado e o presidente do Conselho de Segurança do Estado. O Presidente é eleito a cada cinco anos, com reeleição limitada a, no máximo, dois mandatos. No segundo turno das eleições presidenciais realizadas em 5 de abril de 2009, Gjorge Ivanov foi eleito como novo presidente da Macedônia do Norte. O parlamento do país é o Sobranie (macedônio: Собрание), um parlamento unicameral, composto de 120 membros eleitos para um mandato de quatro anos. Cada cidadão com 18 anos ou mais pode votar em um dos partidos políticos. O atual presidente do Parlamento é Talat Xhaferi. A Constituição da Macedônia do Norte foi promulgada em 1993, quando a independência do país foi reconhecida. Limita o poder dos governos, tanto locais como nacionais. Os militares também são limitados pela constituição. A constituição afirma que a Macedônia do Norte é um estado social livre e que Escópia é a capital. O poder judiciário é exercido pelos tribunais, sendo o sistema judicial encabeçado pelo Supremo Tribunal, pelo Tribunal Constitucional e pelo Conselho Judicial Republicano. Todos os juízes dos tribunais superiores são nomeados pelo parlamento.
Fontes: pt.wikipedia.org
Com a aprovação de uma nova lei e eleições em 2005, as funções do governo local estão divididas entre 78 municípios (општини, opštini; singular: општина, opština). A capital, Escópia, é governada como um grupo de dez municípios coletivamente chamados de "Cidade de Escópia". Municípios na Macedônia do Norte são unidades de autogoverno local. Os municípios vizinhos podem estabelecer acordos cooperativos. A principal divergência política do país é entre os partidos políticos em grande parte etnicamente representativos da maioria étnica macedônica do país e da minoria albanesa. A questão do equilíbrio de poder entre as duas comunidades levou a uma breve guerra em 2001, após a qual um acordo de compartilhamento de poder foi alcançado. Em agosto de 2004, o parlamento da Macedônia do Norte aprovou uma legislação que reformula as fronteiras locais e dá maior autonomia local aos albaneses em áreas onde predominam. Depois de uma campanha pré-eleitoral problemática, a Macedônia do Norte viu uma mudança de governo relativamente calma e democrática nas eleições realizadas em 5 de julho de 2006. As eleições foram marcadas por uma vitória decisiva do partido de centro-direita VMRO-DPMNE liderado por Nikola Gruevski. A decisão de Gruevski de incluir o Partido Democrático dos Albaneses no novo governo, em vez da União Democrática pela Integração — Partido para a Prosperidade Democrática que conquistou a maioria dos votos albaneses, desencadeou protestos em todas as partes do país com um número respectivo da população de etnia albanesa.
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No entanto, um diálogo foi mais tarde estabelecido entre a União Democrática para a Integração e o partido governista VMRO-DMPNE como um esforço para falar sobre as disputas entre as duas partes e para apoiar as aspirações europeias e da OTAN no país. Após as eleições parlamentares antecipadas realizadas em 2008, o VMRO-DPMNE e a União Democrática pela Integração formaram uma coalizão governante na Macedônia do Norte. Em abril de 2009, as eleições presidenciais e locais no país foram realizadas pacificamente, o que foi crucial para as aspirações macedônias de se juntarem a União Europeia. O partido conservador dominante VMRO-DPMNE obteve uma vitória nas eleições locais e o candidato apoiado pelo partido, Gjorgi Ivanov, foi eleito o novo presidente. Em 31 de maio de 2017, o primeiro-ministro da Macedônia do Norte é Zoran Zaev, que também dirige o partido de centro-esquerda SDUM, e o atual presidente do Parlamento é Talat Xhaferi. A eleição de Xhaferi foi imediatamente recebida com protestos liderados pelo VMRO-DPMNE, que foram rapidamente controlados pela polícia macedônia.
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=== Relações exteriores === A Macedônia do Norte tornou-se um Estado membro das Nações Unidas em 8 de abril de 1993, dezoito meses após sua independência da Iugoslávia. Na ONU, o país só pode ser admitido como "Antiga República Iugoslava da Macedônia", enquanto se aguarda uma resolução da longa disputa com a Grécia sobre o nome do país. A Macedônia do Norte é membro das de várias organizações internacionais e regionais, como o FMI, OMS, Conselho da Europa, OSCE, OMC, CEFTA e é um membro associado da Francofonia. Em 2005, o país foi oficialmente reconhecido como um candidato à União Europeia. O país também tem, entre seus principais objetivos, se tornar membro da OTAN. Na cúpula da OTAN em Bucareste, em 2008, a Macedônia do Norte não conseguiu um convite para se juntar à organização porque a Grécia vetou a medida depois da disputa sobre a questão do nome. Os Estados Unidos já haviam expressado apoio a um convite, mas a cúpula decidiu então estender o convite apenas sob a condição de uma resolução do conflito do nome do país com a Grécia. Em março de 2009, o Parlamento Europeu expressou apoio à candidatura macedônia da União Europeia e pediu à comissão que concedesse ao país uma data para o início das negociações de adesão até o final de 2009. O parlamento também recomendou o levantamento rápido do regime de vistos para cidadãos macedônios. No entanto, a Macedônia do Norte até agora não conseguiu uma data de início para as negociações de adesão como resultado da disputa de nomes.
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